Esta talvez tenha sido a Primavera mais estranha dos últimos anos, com o S. Pedro a mostrar-se um pouco bipolar. Na verdade foi uma Primavera mais invernosa do que primaveril, com alguns toques de Outono e outros de Verão. Ainda assim, aqui ficam algumas imagens soltas desta estação do ano.
No ano passado ofereceram-me um vaso com duas orquídeas. Lindas. Depois caíram as flores e achei que não tinham remédio. Mas disseram-me para as ir regando volta e meia e aguardar, que na Primavera ela haveria de florir de novo. E aconteceu. Começou carregadinha de botões que foram florindo um a um. Aqui fica uma espécie de reportagem. Como podem ver pela última imagem, neste momento estão já seis flores a mostrar o seu esplendor e em breve vão abrir mais.
São dos saleiros mais antigos que tenho na colecção. Estão entre os 25 primeiros. E para além disso têm na base a data de 1949. Por isso não sei se são mesmo antigos, literalmente. São lindíssimos e têm paisagens de Florença, de outros tempos. Fui eu que os comprei quando estive de raspão nessa cidade italiana, já lá vão uns anitos.
Logo agora que não posso comer caracóis, os sacaninhas aparecem-me em todo o lado. Seja em bares, restaurantes, etc., seja no meio da natureza. Passei três dias no campo e dei de caras com eles a toda a hora.
A viagem de comboio não foi grande. De Lisboa (Oriente) à Azambuja. Mas ainda deu para vos mostrar o que se vê até lá! E à chegada, estava a passar uma pequena procissão, mas julgo que se tratava de uma etapa do IV Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo, uma iniciativa que começa em Vila Velha de Rodão e termina amanhã em Oeiras.