quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Lisboa, cidade dos azulejos 3#

Continuo atenta aos vários apontamentos que existem, com azulejos, na cidade de Lisboa. O primeiro encontrei por cima de uma porta, na rua de D. Estefânia, e o segundo fala por si.


Fotos minhas

4 comentários:

  1. São lindas e novas para mim.

    Claro que podes partilhar o poema.

    Um amigo blogger ensinou-me a bloquear as cópias e por isso deixo aqui.

    Se quiseres mais alguma coisa escreve para o mail:
    farinha222@sapo.pt

    ATENTA-TE!

    Atenta-te!
    Que nada te perturbe e nada te espante.
    Não te deixes enganar.

    Olha-te!
    Não deixes cair teus olhos.
    Vê por onde corre a maré,
    de onde sopra o vento.

    Vai-te!
    Impele a tua canoa com remadas determinadas,
    não te plantes em moradas assombradas.
    Abre as tuas janelas.
    deixa que a brisa do desconhecido te renove.
    Não queiras ficar no cais.

    Atreve-te!
    A vida é deserto e floresta chuvosa,
    desfruta a plenitude.
    Confronta teus fantasmas,
    desarma teus medos.

    Permite-te!
    Perde o pé em rumo certo,
    abandona-te em ti,
    se queres ser feliz.

    Atenta-te!
    Decide-te onde vais!

    Pérola


    Um grande beijinho


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