quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
Cor num dia cinzento
domingo, 18 de fevereiro de 2024
Gaivotas em terra a comer plástico
Esta semana dei com esta gaivota quase à minha porta. Estava doida com este plástico no bico. Tudo errado. A gaivota fora do seu habitat natural e o lixo no meio da rua. Nas minhas redes sociais publiquei uns videos que consegui fazer das minhas tentativas de lhe tirar o plástico do bico, sem ela me dar uma bicada. Consegui e foi neste momento que tirei a fotografia dela, resignada. Pelo meio eu ia dizendo "Dá-cá isso! Não me faças mal que estou a salvar-te de comeres plástico". Não sei se ela me entendeu, mas o certo é acabou por largar o seu tesouro (nojento).
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024
Pães coloridos
terça-feira, 6 de fevereiro de 2024
Mensagem positiva para o resto da semana
Para hoje e para o resto da semana, uma mensagem positiva. Gosto muito de encontrar mensagens assim pela cidade.
domingo, 28 de janeiro de 2024
Tuk Tuk híbrido
Meio natalício e meio Frozen. Achei muita graça a este Tuk Tuk que vi em Belém no fim de semana passado.
sábado, 2 de dezembro de 2023
Uma loja peculiar e uma escolha difícil
Quando passei por esta loja fiquei sem saber o que comprar: um kg de cebolas, meio Kg de tomate ou um par de botas? 😁
segunda-feira, 27 de novembro de 2023
Tuk Tuk da Barbie
Na tarde em que participei na Festa do Livro de Belém, passaram pela minha vista estes meios de transporte. Destaque para uma espécie de TukTuk da Barbie.
segunda-feira, 13 de novembro de 2023
Árvores do amor na avenida da Liberdade
As iluminações de Natal da avenida da Liberdade, em Lisboa têm corações. ❤️
É isso mesmo que precisamos todos. De recordar que precisamos de espalhar amor.
quarta-feira, 23 de março de 2022
Coincidência ou mensagem do Universo?
Tenho de partilhar convosco esta história. Um pequeno nada que aconteceu há dias, mas que não me sai da cabeça. Estava eu no quarto, a organizar gavetas de camisolas e a separar roupas para doar, quando me foi transmitida uma mensagem em forma de etiqueta.
Mas antes disso um desabafo: faço doações de roupa regularmente. Vejo o que já me fica apertado, que ainda está em boas condições, que eu continuaria a vestir se me ficasse bem. E tenho dado a várias pessoas que sei que fazem uso dessas peças de roupa. Não dou lixo. Recuso-me. Roupas que já têm nódoas que não saem, com algum buraco irrecuperável ou outros danos, são lixo e não servem para mais ninguém.
Trabalhei durante anos numa instituição de solidariedade e sei bem o que é receber lixo. As pessoas são capazes de doar coisas inimagináveis, que já não prestam, porque acham que para os pobrezinhos e carenciados tudo serve. Eles, coitadinhos hão-de aproveitar. Não. Não vão aproveitar. Vão ficar ainda mais tristes e feridos na sua dignidade. A propósito deste tema tive várias discussões e cheguei mesmo a falar sobre isso num inquérito realizado por um jornal, junto das instituições, por altura do Natal.
Há pouco tempo li um texto muito bem escrito, da Sofia Vieira que falava sobre isto mesmo e que vale a pena ler. As pessoas limpam a sua consciência limpando a sua casa e ficam todas satisfeitas e dizem à boca cheia que ajudaram este aquele ou aqueloutro. Deviam ter vergonha.
Terminado o desabafo, volto à minha tarefa. Estava eu a pôr roupas de parte, a pensar a quem as iria entregar, quando os meus pensamentos foram para a Ucrânia e comecei a organizar um saco de roupas que considerei adequadas a uma mulher adulta ou adolescente, para entregar daqui a algum tempo a uma ucraniana. E estava eu com este pensamento quando, ao dobrar mais uma camisola, dei por mim embasbacada a olhar para a etiqueta: "Made in Ukraine". Se tinha dúvidas sobre o destino das minhas roupas, a resposta chegou-me desta forma. Coincidência ou mensagem do Universo?
sexta-feira, 3 de setembro de 2021
Pregar por telefone a palavra do senhor
Durante os períodos mais complicados da pandemia, quando estávamos em isolamento, muitas foram as piadas que vi por causa das Testemunhas de Jeová não poderem bater às portas alheias para pregarem a palavra em que acreditam.
Porém, logo se desenrascaram e quem não tem cão, caça com gato. E não podendo ir a casa das pessoas, arranjaram solução.
Pois bem, estava eu sossegadinha a relaxar nas minhas férias quando recebi um telefonema de um número anónimo. Atendi e era uma senhora muito simpática, que sem se identificar, perguntou se podíamos conversar. Duas ou três palavras depois já eu estava a informar delicadamente que não pretendia continuar a conversa. E ela insistia "mas a senhora sabe qual é o nome de Deus?" "Minha senhora, sei que me vai dizer Jeová, mas não quero na mesma ter esta conversa, só quero saber como tem o meu número de telemóvel". E ela lá explicou que como não podem pregar presencialmente, seleccionam de forma aleatória números de telefone e é assim que divulgam a palavra do senhor Jeová.
Bateu à porta errada, aliás, ligou para o número errado. Logo eu que não faço uma compra que seja por via do telemarketing, nunca iria mudar as minhas crenças e a minha fé desta maneira.
domingo, 9 de maio de 2021
quinta-feira, 12 de novembro de 2020
sábado, 7 de novembro de 2020
Caminhos de Poesia
Tantas vezes eu vou à Ericeira e ainda não tinha descoberto que existiam percursos dedicados à poesia. Descobri o início do percurso, mas não tive tempo para continuar. Logo que possa, vou fazer este caminho da poesia.
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
Pequenas descobertas à hora do almoço
Vocês já sabem que eu gosto de dar umas voltinhas à hora do almoço, sempre que posso. Tento fazer sempre percursos diferentes e assim ando um pouco a pé, arejo e vejo sempre qualquer coisa de novo. Durante a quarentena custou-me muito não fazer isso e agora vai custar-me de novo, mas fiquem por agora com mais estas pequenas descobertas e imagens captadas há 15 dias. Pormenores em azulejos, copos equilibrados numa montra dum espaço fechado que terá tido melhores dias, o Ascensor do Lavra, Igreja de S. José.
sexta-feira, 9 de outubro de 2020
Dia Mundial dos Correios
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Árvores vestidas
Não me consigo decidir se gosto ou não de ver árvores assim. Sou grande apreciadora de arte urbana e até acho engraçado ver as árvores coloridas com estes tradicionais quadrados tricotados. Mas, por outro lado, acho que as árvores devem ser despidas, tal como são, mostrando a sua verdadeira natureza e beleza. E vocês? Qual a vossa opinião
sábado, 26 de setembro de 2020
quinta-feira, 24 de setembro de 2020
Ementas e mensagens para turistas
Coisas curiosas que vou encontrando por aí. Uma ementa na baixa, totalmente em inglês, quando não se avistavam turistas. E um carrinho de venda de lembranças com uma linguagem que mistura português-tentativa de francês-inglês de traz para a frente.














































