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segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Ver o copo meio cheio

Sou positiva por natureza e felizmente tenho tendência para ver o copo sempre meio cheio. Um dia destes, o trânsito estava caótico ao final do dia, e para não demorar novamente duas horas para chegar a casa, como já tinha acontecido na mesma semana, resolvi seguir por um caminho alternativo. E em boa hora o fiz pois ter tido de mudar de transporte várias vezes, deu-me a oportunidade de contemplar este espectáculo lisboeta e da natureza.

Portanto tudo certo. Não vale a pena stressar com contratempos. É respirar fundo e apreciar.

Uma semana positiva para todos!









terça-feira, 30 de maio de 2023

Ainda sobre a Rita Lee

Rita Lee era muito à frente do seu tempo. Achei este seu pensamento tão brilhante e engraçado, que não resisto em partilhar.



sábado, 11 de março de 2023

Estar com os amigos é uma benção

 


Tirei esta foto porque gostei muito desta frase que vi na parede de um restaurante em Lisboa. Ter amigos é uma benção. Nunca se esqueçam disso. Mas as amizades têm, como nas relações amorosas de ser cuidadas e alimentadas. 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Tantos livros para ler

Teria que viver muitas vidas para conseguir fazer tudo o que ainda quero fazer e para ler tudo o que desejo ler.  Vi isto ontem no Facebook e achei que tem tudo a ver comigo. Já nos cinquentas, quero aproveitar ao máximo o que a vida tem para me dar. Mais alguém com esse sentimento?



quarta-feira, 5 de maio de 2021

2021, um ano de renovação


Queridos amigos e leitores, o blogue Flores Cores e Amores teve durante muitos anos uma periodicidade diária de publicações. Porém, no último ano ou mais, deixei de conseguir dedicar-me, como gosto tanto, ao meu cantinho digital. Tenho optado por interagir mais no Instagram, por ser mais imediato, me ocupar menos tempo e é uma rede social de que gosto bastante. Porém, ando sempre com o Flores, Cores e Amores na cabeça, sem saber muito bem o que lhe fazer.

2020 foi um ano péssimo para toda a gente, horrível para mim. Perdi quatro pessoas da minha família, uma delas o meu querido pai, assunto sobre o qual já aqui falei. E confesso que isso me roubou um pouco da minha inspiração e vontade. Também o facto de estar envolvida noutros projectos fez com que o meu tempo ficasse muito reduzido e a minha cabeça não deu para mais.

No entanto, aos poucos, sinto que vou renascendo, uma espécie de desconfinamento pessoal e vou recuperando alguns dos temas que deixei com pontas soltas. Um deles é o meu segundo livro e finalmente retomei a sua escrita, que vai agora fluindo, para ver a luz do dia o mais breve possível.

Há algumas semanas decidi que 2021 seria um ano ideal para renovação e para operar algumas mudanças. Aproveitar para arrumar gavetas, rasgar papelada, organizar documentos, dar coisas que não preciso e outras deitar fora. No fundo, sinto que é o libertar de más energias, para dar espaço a boas energias. Afinal, espero ter muitos anos pela frente e pretendo gozar cada dia da melhor forma possível. E ter tudo mais arrumado faz bem à cabeça.

E por falar em cabeça... também por aqui há mudanças. Já andava há muito tempo a querer deixar de pintar o cabelo. Como o meu cresce muito rápido, depois de o pintar, em pouco mais de uma semana já se começavam outra vez as ver as raízes brancas e era um martírio. E com tantos anos de tinta, estava a começar a ficar crespo, estragado e a cair muito. Porém, a coragem faltava-me e também os comentários de várias pessoas não ajudavam.

No entanto, aproveitando o embalo dos cabeleireiros fechados e de me encontrar em teletrabalho, resolvi de vez fazer aquilo que me apetecia. Não pinto o cabelo desde o início de Outubro. E não consigo explicar a sensação de libertação que isso me dá. Não nego que é um processo chato, que por vezes parece feio, mas a maior parte do tempo estou a adorar e ainda não tive vontade de voltar atrás nesta decisão. Para minimizar o impacto, tenho feito rabo de cavalo, outras vezes uso bandoletes ou lenços. Mas a verdade é que estou a gostar dos meus cabelos que parecem prata e de ver nos outros a sua cor real, coisa que não via há muitos anos. 

No Instagram, há uma página que se chama Clube das Grisalhas, onde muito me inspiro e houve uma frase publicada que não me sai da cabeça "Numa sociedade que lucra com a sua insegurança, gostar de si é mesmo um acto de rebeldia". E é assim que me sinto, segura e a gostar de mim como sou, independentemente das vozes que se erguem a dizer "és muito nova para assumir os brancos" ou "isso vai-te envelhecer". Resposta para esses comentários? - Não quero saber. Entretanto tenho tirado fotografias do processo da minha grisalhice e pode ser que um dia vos mostre aqui.

Bem, a conversa já vai longa, queria dar-vos nota deste meu confinamento, sem prometer nada ainda sobre a periodicidade de aqui escrever, mas com muita vontade de regressar.

E desse lado, como estão? Quero saber tudo! 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Um resumo com mais de dois meses

A última vez que aqui escrevi foi a 16 de Novembro. Desde aí muita coisa se passou. Começo por explicar a minha ausência: não estive doente, não me aconteceu nada, apenas deixei de ter vontade e tempo. Hoje em dia, como escrevo diariamente no blogue Juvebêdê, como tenho prestado ajuda a outros projectos nas redes sociais, como estou a tentar ter algum tempo para escrever o meu segundo livro, e também porque tenho estado mais pelo Instagram, acabei por ir desleixando aqui o meu cantinho das Flores. Na verdade, estou cada vez mais pelo Instagram pois as publicações são mais rápidas do que aqui no Blogger. Se tiverem conta no Instagram, posso sugerir que me sigam por lá: alexandragsousa.

Ora e então o que se passou desde aí? Voltei ao teletrabalho integral (estava em regime intermitente), fiz as compras de Natal quase todas sem sair de casa, o Natal passou-se, triste, o primeiro sem o meu pai e sem o meu sogro e sem poder ter a família junta. 

Na recta final de 2020 ainda consegui ir ver a exposição Meet Vincent Van Gogh, em Lisboa, uma experiência extraordinária. Entretanto encerrou e não sei quando reabrirá, mas digo já que vale a pena. Hei-de mostrar-vos fotos. 

Fora isso, tenho estado em casa a trabalhar, fiz um alisamento ao meu cabelo antes dos cabeleireiros fecharem, estou a tentar ter coragem de levar até ao fim o meu "assumir os cabelos brancos", tenho experimentado cozinhar pratos novos vegetarianos e não me tenho saído mal, vou tentando manter-me positiva e à tona desta inundação de notícias horríveis que me chegam de todo o lado, rezo todos os dias para não ter nenhum problema de saúde, tal como a minha família e amigos e agradeço ter trabalho e poder fazê-lo de casa.

Tenho ainda lido bastante, visto alguns filmes no sofá, estou feliz com o meu Sporting, qualquer dia é Carnaval e ainda vamos à frente, vou sonhando com viagens futuras, vou tentando ajudar quem precisa de uma palavra amiga, porque esta pandemia está a dar cabo da cabeça de muita gente. Tudo isto no meio de cozinhar almoços e jantares, passar a ferro, lavar e estender roupa, limpar a casa e por aí fora. 

Entretanto, este ano já tive mais uma partida de um familiar, um tio muito querido, de quem eu gostava bastante. Sei que é mais uma estrelinha a olhar por mim.

Quase a terminar, falo ainda do meu gato, adoptado no primeiro confinamento, em Maio, e que entretanto cresceu bastante. Tem sido uma experiência intensa, mas ele é óptima companhia e diverte-nos, que é o que precisamos.

Por último, uma palavra para a frase que está na imagem. Dei com ela há pouco tempo e acho que se encaixa na perfeição naquilo que tento ser todos os dias. 

Espero que desse lado todos se encontrem bem e que mantenham o ânimo! Um abraço!

domingo, 11 de outubro de 2020

Reflexões e o mundo ao contrário

O mundo virou-se de pernas para o ar. Um inimigo invisível, mas muito poderoso deu conta de tudo, inclusive da capacidade de raciocínio da maioria das pessoas. A sua estratégia de publicidade e comunicação é tão avassaladora que consegue ofuscar e tornar quase invisíveis problemas bem mais graves. 

Pequenas reflexões e constatações soltas:

- Testam-se mais pessoas para saber se têm a doença Covid 19, do que se fazem rastreios para outras doenças mais graves e mortíferas; 

- Há pessoas a precisarem de consultas médicas de várias especialidades e não conseguem ser assistidas porque os recursos estão todos virados para a Covid 19;

- A noção do tempo a passar mudou muito este ano. Ao mesmo tempo que parece que o tempo passou a voar, a normalidade que tínhamos na nossa vida parece que foi há muito tempo. E as estações do ano passaram por nós sem ser como o costume;

- As crianças e os jovens vão ter graves problemas futuros de socialização e ninguém parece pensar nisto;

- Os cotovelos, tão subestimados, conheceram agora outras funções. Passaram a ser usados para cumprimentar e para abrir portas e chamar elevadores;

- Passámos a ter semáforos à entrada das praias;

- Quando ouvimos um espirro, é estranho dizermos "saúde";

- Quando uma pessoa tosse, é olhada de lado;

- A falta de civismo aumentou. Há máscaras no chão em todo o lado e cada um pensa mais no seu umbigo;

- Há negócios a falir e outros a florescer: quem vende máscaras, acrílicos, desinfectantes, bolsas para guardar máscaras, tocas e batas descartáveis, sistemas/programas de comunicação online úteis para teletrabalho, entre outras coisas, está seguramente a enriquecer;

- Temos medo de abraços;

- Deixámos de ser livres;

- Muitas pessoas ficaram a conhecer melhor o seu país;

- Muitos países (talvez a maioria) são governados por loucos;

- As pessoas internadas (tal como as que estão em lares) não podem receber visitas e isso é profundamente desumano;

- Não gosto da expressão "novo normal" quando tudo me parece uma anormalidade;

- Apesar de tudo gosto de estar em teletrabalho;

- Grande parte das vezes, nos transportes públicos não é possível o distanciamento social;

- O futuro sempre foi incerto, mas agora isso está mais presente na cabeça das pessoas;

- Já não sei quantas vezes ouvi "éramos felizes e não sabíamos". Mas é importante tentarmos ser e encontrar a felicidade em pequenos momentos, porque senão entramos todos em depressão;

- O medo limita-nos os movimentos e tolda-nos o pensamento.

Foto de Alexandra Sousa

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Sobre o racismo

Faço minhas as palavras deste grande senhor e é tudo o que tenho a dizer sobre o racismo.




terça-feira, 18 de agosto de 2020

Agradecer pelo que tenho

Vou tentar encerrar o muro das minhas lamentações. Sim o ano de 2020 é para esquecer (mas nunca mais me vou esquecer); sim tive (e tenho) que lidar com a partida do meu pai e do meu sogro; sim tem sido um ano cheio de complicações de vários tipos; sim as férias não foram nada de especial; sim temos que usar máscaras desconfortáveis; sim não posso abraçar os meus amigos; sim as notícias que vemos de vários cantos do mundo são horríveis e por aí fora. Mas tenho saúde, casa e trabalho. Por isso vou mudar o chip e sentir-me grata pelo que tenho. E usufruir melhor cada dia que a vida me dá. Porque há quem esteja assim, sem nada.

E ontem, quando me disseram "coitada... acabaram-se as férias?" e respondi "ainda bem que tenho trabalho para onde voltar".

Foto de Alexandra Sousa

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

À sombrinha

Esta história da pandemia mudou-me (mudou-nos) a vida de tal maneira que dou por mim a apreciar melhor certas coisas. Nomeadamente, sempre que estou ao ar livre, sinto-me bem e a ganhar boas energias. E em dias de calor, estar assim, à sombrinha de uma árvore amiga, sabe que nem ginjas.

Foto de Alexandra Sousa

sábado, 8 de agosto de 2020

Pequenos balões de oxigénio

Depois do tanto que tenho passado nos últimos meses, agora dou por mim a valorizar cada vez mais pequenos bons momentos. E acho que a felicidade se resume a isso, a sabermos coleccionar momentos felizes que são como balões de oxigénio. 

Foto de Alexandra Sousa

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Amigos improváveis

No mês passado, conheci estes dois amigos. E se digo amigos é porque o são mesmo. Segundo os seus donos, são inseparáveis e adoram-se. Comprovei. Cheguei a ver o gato a roçar-se na cadela e ela também a fazer meiguices ao gato. Extraordinário. Uma lição que os humanos deviam aprender. As diferenças podem aproximar-nos. Não nos deveriam afastar.

Foto de Alexandra Sousa

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Mantenham-se bem!

O post diz tudo. Para vocês desse lado desejo muita saúde! E já agora, muita força e calma! Boa semana!


segunda-feira, 30 de março de 2020

segunda-feira, 2 de março de 2020

Amor, sempre o amor

O amor é sempre a resposta em todas as situações. Mesmo nas mais difíceis.

Foto de Alexandra Sousa

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Afinal viver é simples


E conseguir fazer isto tudo? Não é simples mas também não é assim tão complicado. Vamos tentar?

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Adaptação

Os últimos tempos não têm sido fáceis mas há que enfrentar cada dia da melhor maneira possível. Viver é isto mesmo, adaptar-nos a cada circunstância e darmos o nosso melhor.


segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Sermos nós próprios


As redes sociais fazem com que cada vez hajam mais carneiradas. Ou seja, que as pessoas tenham tendência para aderir a modas. Quanto a mim, não sou muito de ir nessas ondas. Gosto de ser eu e não gosto de ser igual a ninguém. E aqui fica este pensamento da semana: sejam vocês próprios!

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Viver mais a vida real

Ontem o dia de S. Martinho foi muito agitado para mim e só agora regresso com uma coisa que vos queria mostrar. Não sei se algum de vocês já deu com estas mensagens na rua. Eu encontrei numa paragem de autocarro. Como não podia de ser. Tratam-se de mensagens integradas numa iniciativa de um copywriter intitulada Jet Fighter Tom. Podem ver em aqui. Um projecto sobre o qual acho que todos deveríamos reflectir. Segundo o seu mentor, a tecnologia deveria servir para aproximar as pessoas e em vez disso está a afastar-nos uns dos outros. As relações estão deteriorar-se e a serem substituídas por relações virtuais. Este projecto pretende inverter esse processo e voltar a aproximar-nos uns dos outros e a vivermos mais a vida real.




Fotos de Alexandra Sousa